
Num dia qualquer sem ou com sol...
Numa noite indefinida iluminada pela lua, encarna-se uma alma.
Inocente e desatenta, pra uma vida de um fim consciente e desconhecido.
Crescemos, florimos e começamos a enxergar, percebemos que temos alguém que cuida de nós, percebemos que temos um pai... Sentimos que temos tudo e nada mais nos falta. Quantas vezes a mão sobre a face tirou a febre e quantas fezes a ausência e saudade não nos deixou doentes, melhorando quando papai voltava de viagem, quantas vezes não me senti tão seguro, sem medo de nada só de segurar a sua mão!!!
Ficamos calmos e relaxados, acreditamos por demais nele, depositamos nele nossa vida e sonhos, nosso coração não tem vazio, nem pontos mortos, não tem momentos duros, até mesmo a fome não substituía a sua presença...
Aí um dia concluímos que precisamos lutar pela vida, negar alguns sonhos e construir ideias... concluímos que precisamos ser nós e construir a vida que queremos.
Nestes momentos precisamos de ajuda, orientação e experiências de quem um dia já foi, mas este que já foi, já não está...
Aí sentimos a dor e ganhamos coragem, sentimos que a vida só depende de nós mesmos, e o vazio no coração cresce pelo desejo de fazê-lo feliz a ver-nos sendo homens, os homens que sempre sonhaste.
Aprendemos a viver sem um pai... aprendermos a encontrar o pai em nós, nas memórias e sonhos por ele deixados. A vida se torna nisto, difícil e nós cada vez mais gratos a Deus pelo pai que tivemos e por Deus o ter tirado deste mundo no momento em que Ele achou necessário e oportuno.
A Alexandre Lucas Selombo, meu pai, faço a melhor homenagem, obrigado por me ajudares, mesmo com poucos anos de convivência, a saber o caminho a percorrer pra ser o homem que sou. Obrigado pelo teu exemplo de vida... pelo amor ao próximo, pela verdade, autenticidade e honestidade, obrigado por teres sido duro algumas vezes e sempre amoroso comigo, obrigado por Deus ter-me feito teu filho carnal, eu não podia ter um pai melhor que você, nem uma história melhor que a nossa pra contar.
Numa noite indefinida iluminada pela lua, encarna-se uma alma.
Inocente e desatenta, pra uma vida de um fim consciente e desconhecido.
Crescemos, florimos e começamos a enxergar, percebemos que temos alguém que cuida de nós, percebemos que temos um pai... Sentimos que temos tudo e nada mais nos falta. Quantas vezes a mão sobre a face tirou a febre e quantas fezes a ausência e saudade não nos deixou doentes, melhorando quando papai voltava de viagem, quantas vezes não me senti tão seguro, sem medo de nada só de segurar a sua mão!!!
Ficamos calmos e relaxados, acreditamos por demais nele, depositamos nele nossa vida e sonhos, nosso coração não tem vazio, nem pontos mortos, não tem momentos duros, até mesmo a fome não substituía a sua presença...
Aí um dia concluímos que precisamos lutar pela vida, negar alguns sonhos e construir ideias... concluímos que precisamos ser nós e construir a vida que queremos.
Nestes momentos precisamos de ajuda, orientação e experiências de quem um dia já foi, mas este que já foi, já não está...
Aí sentimos a dor e ganhamos coragem, sentimos que a vida só depende de nós mesmos, e o vazio no coração cresce pelo desejo de fazê-lo feliz a ver-nos sendo homens, os homens que sempre sonhaste.
Aprendemos a viver sem um pai... aprendermos a encontrar o pai em nós, nas memórias e sonhos por ele deixados. A vida se torna nisto, difícil e nós cada vez mais gratos a Deus pelo pai que tivemos e por Deus o ter tirado deste mundo no momento em que Ele achou necessário e oportuno.
A Alexandre Lucas Selombo, meu pai, faço a melhor homenagem, obrigado por me ajudares, mesmo com poucos anos de convivência, a saber o caminho a percorrer pra ser o homem que sou. Obrigado pelo teu exemplo de vida... pelo amor ao próximo, pela verdade, autenticidade e honestidade, obrigado por teres sido duro algumas vezes e sempre amoroso comigo, obrigado por Deus ter-me feito teu filho carnal, eu não podia ter um pai melhor que você, nem uma história melhor que a nossa pra contar.